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Os tipos de cancro mais comuns nos cães

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Segunda, 01 de Fevereiro 2010

Os tipos de cancro mais comuns nos cães
O cancro reduz significativamente a esperança de vida de um cão. O tratamento é penoso tanto para os animais como para os donos e muitas vezes um ano de vida adicional é uma batalha ganha. É importante conhecer os sintomas dos vários tipos de cancro, já que uma detecção precoce aumenta a probabilidade de sobrevivência.

O cancro é uma doença que resulta do crescimento anormal de células. Pode ser benigno, quando está concentrado num local ou maligno quando tem a capacidade de migrar para outras zonas e orgãos. A forma benigna é mais fácil de combater, basta muitas vezes extrair a zona afectad através de cirurgia. A maligna tem geralmente um diagnóstico mais reservado pois dependendo da extensão e das zonas afectadas, o tempo de vida estimado para o animal é geralmente mais curto.

Os sintomas de cancro variam e muitos podem ser indícios das mais variadas doenças. Inchaço ou papos são um dos principais alertas. Feridas que não cicratizam são também motivo de preocupação. Outros sinais como perda de peso, perda de apetite, letargia, dor ao andar, recusar ou hesitar em fazer exercício, hemorregias, diarreia, entre outros, são sintimoas que podem apontar para ínumeras doenças, incluindo cancro, mas que devem ser sempre levados a sério.

Cancro de pele


É o tipo de cancro mais diagnosticado nos cães. Para isso contribui o facto de ser de fácil identificação. Manisfesta-se de várias formas, mas todas de fácil observação: papos na pele ou por baixo da pele ou feridas que não saram.

Os animais mais propensos a desenvolverem cancro de pele são os que têm pêlo claro e fino, devido à pouca protecção natural que têm contra os raios solares. Aconselha-se por isso a aplicação de um protector solar indicado para cães nos animais de pelagem branca ou clara.

Ao contrário do que acontece com os gatos, nos cães a maior parte destes tumores são benignos.

Cancro mamário


O cancro mamário é mais comum em fêmeas não esterilizadas entre os 6 e os 10 anos. O número de casos malignos e benignos diagnosticados é semelhante. O cancro mamário está associado à hormona progesterona, responsável pelo cio. Esterilizar uma cadela antes do primeiro cio elimina praticamente a hipótese de a cadela vir a desenvolver tumores mamários.

É mais frequente os tumores surgirem nos seios posteriores, junto às patas traseiras. Os seios afectados podem gerar leite ou uma substância líquida semelhante.

Se for detectado precocemente, a taxa de sobrevivência a este tipo de cancro é elevada.

Linfoma/Linfosarcoma


São provavelmente o terceiro tipo de cancro mais comum nos cães. Está associado ao sistema linfático do cão e na maioria dos casos os tumores concentram-se nos nódolos linfáticos. O inchaço destes nódulos é o sintoma mais comum deste tipo de cancro. Os cães costumam responder bem à quimioterapia. Sem tratamento, podem ter apenas semanas de vida, dependendo da agressividade e estadio do cancro. Com quimioterapia, os cães vivem geralmente mais 6 a 12 meses. É geralmente na terceira idade dos cães que este tipo de cancro surge, a partir dos 7 anos.

Cancro na boca


Existe um considerável número de cães com cancro na boca. Os tumores que se desenvolvem na boca, lábios e língua são, na maioria das vezes, malignos.

Os principais sintomas são massas no maxilar e na zona das bochechas, dificuldade em respirar e em comer e sangramento da boca.

Cancro nos ossos


O cancro nos ossos geralmente surge na extremidade do osso das patas. É mais comum em cães de porte grande ou gigante ou cães médios de constituição óssea pesada. Em 90% dos casos, surgem metáteses nos pulmões, o que origina tosse nos cães. Numa primeira fase, os tumores podem causar dificuldade na locomoção ou podem levar o cão a coxear. Mas muitas vezes, este tipo de cancro só é diagnosticado já num estadio avançado da doença, quando o cão apresenta tosse.

O tratamento pode passar pela amputação de uma perna e em metade dos casos, o cão tem uma esperança média de vida inferior a um ano.


Um animal com cancro deve ser acompanhado por um veterinário. Mesmo que não haja esperança de sobrevivência, existem sempre formas de dar uma maior qualidade de vida ao cão. O diagnóstico de cancro não é contudo uma sentença de morte. Embora signifique na maioria dos casos uma redução significativa da esperança de vida do cão, há casos em que animais jovens vivem sem sequelas até à terceira idade e cães idosos que vivem para lá da esperança média de vida da raça a que pertencem.

Antes de tomar qualquer decisão informe-se junto do seu veterinário e não hesite em pedir segundas opiniões.
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Comentários (4)adicionar comentário
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02.06
TelmaSofiaB disse:
Tenho um Pitbull internado numa clinica já há alguns dias diagnosticaram-lhe um tumor no pulmão.... já tiveram que retirar liquido dos pulmões e tem bastante dificuldade em respirar, e é muito dificil fazer ele comer....está bastante magro... pelo que tenho lido não existe muita esperança para estes casos.... se fosse possivél dar-me mais informaçao sobre este tipo de tumor e dos tratamentos, agradecia...
06.02
barcellos disse:
Muito obrigado pelo esclarecimento!Eu tenho uma Boxer neste momento com um mastocitoma e vai ser operada esta semana!Peçam SEMPRE uma 2ª opinião!Se forem a tempo,poderão ter os vossos amigos mais tempo com vcs...
05.02
Urshi disse:
Muito bom e de facil entendimento. A minha cadela tem um tumor mamário maligno e é inrreversivel. Aconselho a todos que tenham atenção a qq alteração no/s seu/s amigos/as...
02.02
espanholita disse:
Muito esclarecedor este artigo. Tenho uma cadela com mtos. problemas de tumores, tento estar sempre atenta. Até hj e sempre k tenho efectuado biosia foram benignos. Estes artigos, nos ensinam a lidar com os nossos animais. Parabens!!!
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