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Rafeiro do Alentejo

Muito trabalhador

Rafeiro do Alentejo
origem:Portugal
data de origem:Antiguidade
esperança de vida:14 anos
classificação:Molossóides - Tipo Montanha
altura:68 para 74 cm
peso:43 para 50 kg
exercício: Médiotreino: Razoávelclima: Temperadointerior/exterior: Fora de casaalimentação: Médiotamanho: Gigante
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História [ editar ]

O Rafeiro do Alentejo é uma raça antiga presente na região alentejana desde tempos imemoráveis. Como a maioria dos molossos europeus, acredita-se que tenha descendido dos cães corpulentos do Tibete. Estes molossos ter-se-ão espalhado pela Ásia e depois difundidos pelos Romanos aquando das suas conquistas.

As características destes cães foram mudando ao longo de séculos. Os romanos utilizavam-nos como cães de guerra e os ingleses chegaram a usá-los para tracção, uma espécie de cavalo dos pobres. Os molossos na Península Ibérica foram apurados para se tornarem cães de pastoreio. A sua tarefa era proteger os rebanhos de predadores, como o lobo, mas também de ladrões.

Com a transumância, a migração periódica de rebanhos, cães fortes e protectores eram cada vez mais necessários. Durante a época quente, os rebanhos eram levados das planícies para as montanhas e durante o inverno, o percurso era o contrário. Em Portugal, os rebanhos chegavam a ser levados desde o Alentejo até ao Douro e vice-versa.

Com o fim destas migrações, o Rafeiro do Alentejo acabou por se fixar nas planícies alentejanas, tornando-se num óptimo cão de guarda de rebanhos, mas também de herdades.

Entre as raças que poderão ter influenciado o Rafeiro do Alentejo mais recentemente, pensa-se que estará o Cão da Serra da Estrela ou até mesmo o Mastim Espanhol.

Acredita-se que o Rafeiro do Alentejo tenha sido difundida durante a época dos descobrimentos, sobretudo pelos pescadores que visitavam regularmente a Terra Nova. É com base nesta teoria que se defende que o Rafeiro do Alentejo seja um dos antepassados do Cão da Terra Nova, o Newfoundland.

Sabe-se que o nome “Rafeiro do Alentejo” é utilizado desde o fim do século XIX. A designação vem provavelmente da concepção que a população fazia do cão: um cão rafeiro que era comum na região.

Apesar da antiguidade desta linha, o Rafeiro do Alentejo teve de esperar até meados do século XX para se ver livre da classificação de rafeiro. Ironicamente, o nome escolhido para a raça acabou por ser o nome colocado pela população. Em 1940, foi realizado um censo por dois cinófilos, António Cabral e Filipe Romeiras, para tentar determinar o número de Rafeiros do Alentejo existiam na região. Este foi o ponto de partida para a realização do estalão e o reconhcimento da raça pelo FCI que veio em 1967.

Contudo o reconhecimento da raça não proporcionou a popularidade que se esperava para o Rafeiro do Alentejo. O número de exemplares chegou mesmo a diminuir nas décadas seguintes. O êxodo rural e a desertificação do interior não ajudaram esta raça rústica que no início da década de 80 via os seus exemplares reduzidos ao mínimo desde que começou a ser contabilizado o número de cães desta raça.

Hoje em dia o Rafeiro do Alentejo é um cão popular em Portugal, com registos anuais entre 200 e 500 exemplares, conforme os anos.
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Temperamento [ editar ]

O Rafeiro do Alentejo não é um cão para o dono inexperiente. Sendo um cão de guarda é bastante territorial e agressivo para com estranhos que entram na sua propriedade. Por isso é indispensável que o seu raio de acção esteja bem delimitado e o terreno bem vedado. O ladrar é a primeira forma de defesa do território. A sua voz é grave e audível a grandes distâncias. É um cão de defesa, só atacando perante a percepção de ameaça.

Por ser um excepcional cão de guarda, defende com coragem o terreno e a família, estando especialmente atento durante a noite.

O Rafeiro do Alentejo é um animal calmo, seguro de si com um carácter nobre e digno. Extremamente leal, é especialmente paciente com crianças. Gosta da atenção da família, mas recusa-se a aprender truques sem utilidade no seu trabalho. É bastante eficaz no gasto de energia e tentará ao máximo poupá-la para a sua actividade de guarda. Devido à sua rapidez é também utilizado na caça grossa.

Em casa, é bastante calmo e dócil. A raça amadurece bastante tarde apenas por volta dos quatro anos. Convive com outros animais, desde que estes tenham sido apresentados desde cedo.

O Rafeiro do Alentejo não é um cão de cidade ou apartamento. Devido ao seu grau de inactividade no interior, necessita de um espaço exterior para poder passar parte do dia. Não é um cão que aprecie as rotinas citadinas e gosta de ter um território para guardar.
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Exercício [ editar ]

Os cães de porte grande não devem ser demasiadamente exercitados enquanto pequenos. Evite degraus e superfícies escorregadias enquanto crescem.

O Rafeiro do Alentejo é um cão com necessidades de exercício médias. Em trabalho, estes cães guardam os rebanhos, mas não os pastoreiam, ou seja, não necessitam de andar a correr atrás dos animais perdidos. O seu papel é de observador e se necessário entrar em acção. Assim, estão habituados a acompanhar o ritmo do rebanho.

Não sendo cães especialmente activos, necessitam porém de um passeio diário de média a longa duração. Corrida e brincadeiras com o dono também são apreciadas. 
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Treino [ editar ]

Devido ao seu carácter dominante deve ser socializado desde cedo, enquanto o seu tamanho permite controlo sobre o seu comportamento. O dono deve ser firme no treino e saber impor a sua liderança com delicadeza. É um cão teimoso e independente, por isso a chave está na consistência. 
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Aparência Geral [ editar ]

O Rafeiro do Alentejo é uma das maiores raças portuguesas. As fêmeas têm entre 64 a 70 cm e os machos vão desde os 66 até aos 74 cm. O peso varia em torno entre os 35 e os 45 kg nas fêmeas e entre os 40 e os 50 kg nos machos.

O Rafeiro do Alentejo é um molosso, de grande porte, forte e com aspecto rústico. A cabeça lembra a de um urso, com uns maxilares fortes e musculosos. O nariz é largo e escuro. Os olhos são escuros e de olhar suave e as orelhas triangulares e pendentes. O pescoço é curto e forte.

O corpo do Rafeiro do Alentejo é mais comprido do que alto. Os membros são musculosos e têm um pêlo mais macio. A cauda é comprida e curva na extremidade.

O pêlo desta raça é de preferência de tamanho médio, mas também pode ser curto. Espesso e liso, o pêlo distribui-se de forma equalitária pelo corpo. Pode ser visto nas cores preta, lobeira, fulva ou amarela. São permitidas malhas brancas ou nas outras cores aceites. Os padrões raiado, riscado e tigrado também são aceites.
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Saúde [ editar ]

O Rafeiro do Alentejo é um cão saudável. Tal como na generalidade dos cães de porte grande, a displasia da anca é sempre uma preocupação.
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Higiene [ editar ]

O pêlo curto a médio do Rafeiro do Alentejo não exige muita manutenção. Escovagens semanais são suficientes para manter o pêlo bem tratado. O Rafeiro do Alentejo muda de pêlo duas vezes por ano, necessitando de escovagens mais frequentes nestas alturas para remover os fios caídos.

O banho deve ser dado apenas quando necessário, uma vez que a água e os produtos destroem a camada oleosa de protecção da pele dos cães.
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Comentários (21)adicionar comentário
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26.02
gOma88 disse:
Olá eu sou a Delta uma Rafeira Alentejana que vive num apartamento rodeado por 3 donos :D Sou muito feliz e extremamente mimada. A minha dona do meio tem medo que eu não seja feliz por viver num apartamento gostaria que voces falassem com ela e lhe explicassem que não faz mal. Apesar de toda a informação que ela lê eu sobrevivo e bem aqui. Também gosto muito de morder tudo o que vejo mas acho que é por ter apenas 2 mesinhos :P Beijo enorme Delta assim como o café :D
29.06
xSky disse:
Temos um Rafeiro do Alentejo e o que se pode dizer? É um cão lindo, enorme e simplesmente do mais meigo que pode haver! Já tive muitos cães, mas sinceramente, nunca vi raça tão doce com a familia (com os intrusos a conversa é outra eheh) sempre com uma meiguice e uma lambidela disponivel! Tem medo de foguetes (é uma tortura no S. João pq se esconde e ninguém o consegue encontrar), apesar do seu nome ser Trovão! :p Gosta muito de carne e ossos que come em segundos e odeia sair da quinta (tem de ser puxado - e não é fácil puxar um bisonte daqueles)!
29.07
StarGirl7568 disse:
Tenho 8ma cadela muito fofa e querida. Esta raça é muito divertida e amável. A minha cadela Estrelinha tem só 1 ano e já corre e já brinca muito ;D Adoro muito esta raça
12.07
luninho disse:
tenho um e nao o vejo á 3 anos por questoes familiares para quem o tem! é uma raça fabulosa dos melhores caes que tive!
15.05
Dapnhe disse:
São simplesmente maravilhosos!
12.01
leaozita disse:
Para mim é das raças mais extraordinárias que temos.Ao longa da minha vida já tive 5 machos e uma femea. Sempre achei que a ferocidade dos animais que temos e sejam eles de que raça forem,dependem sobretudo da forma como são educados ou acompanhados pelos donos.Quando digo "educados" não me refiro a treinos especificos mas sim da atenção(muita) carinho e companhia, que todo o dono deve dar a um animal.Nunca tive um cão destes que mordesse. Infelizmente, muitas pessoas acham que para ter um cão de guarda é preciso que ele seja mau.Depois acontecem as desgraças que aparecem nos jornais.Quando vejo dessas notícias penso sempre que a culpa é sobretudo do dono, que na maior parte dos casos tem um cão de guarda que está lá e por lá sem na maior das vezes ter qualquer especie de contacto com os donos! Alimenta-los bem não chega! O Rafeiro do Alentejo obedece mas é precido esperar! Não se pode comparar a um Pastor Alemão por exemplo. Quando se insiste ele obedece ! Para terminar, acho estes caes ternurentos.Os meus sempre foram mimados, sim,mimados! para se educar tem que se dar mimo antes! Só assim eles nos obedecem 100% e nem precisam de ser castigados.Basta a forma como falamos para eles verem que "é a sério". Quanto à alimentação, eu invisto na melhor alimentação possível até ao ano e meio.A partir daqui é só manter, e uma refeição diária segundo o seu peso é suficiente. Parabéns a todos os que têm estes animais por companhia e guarda mas,por favor, se gosta mesmo de animais, não obrigue um cão destes a viver num apartamento...
09.08
Jameslol disse:
Gostos muito deste cães são muitos doceis. Tenho 5 destes na minha quinta. É pena dar um grande prejuizo na alimentaçao
27.06
mcsc123 disse:
Cães lindos, imponentes, majestosos, adoraria um dia ver um «ao vivo» e fazer umas festas.
20.03
skys disse:
Olá eu sou o sky... tenho 3 meses e vim mortar para um apartamento na nazaré. Sou tigrado, reguila, teimoso mas muito fiel e leal para os meus donos. não gosto muito de ração em pacote...gosto mais quando é de lata. Apesar da minha dona misturar uma com outra eu sou um esperto e escolho, comendo só a de lata!!! è cá uma lata que eu tenho!!!De dia durmo e à noite estou alerta. detesto quando me deixam só...é que preferia dormir ao pé da minha dona mais nova! mas eles não me deixam e sou obrigado a ficar na cozinha. Como sou um mimado basta-me ganir para obter algo, coisa que está a ser contrariada pelos meus donos. hoje fiquei pela 1ª vez a noite toda na cozinha e portei-me muito bem...agora estou a dormitar no tapete mas basta a minha dona se mexer, que eu abro logo os olhos! Sou um cão muito feliz pois a minha dona Mariana de 15 anos salvou-me de ser um dos abatidos como aconteceu aos meus irmãos. Até breve...sky
22.02
Roddy disse:
Oi! Agradeço a quem criou este belo site! Realmente, (nossos) animais merecem E MUITO tanto carinho, dedicação, atenção...são nossos GRANDES amigos - possuo um bom número de bichos em minha casa (sim, dão um "toque" às nossas vidas; sem preço!)...E fico feliz de haver/existir um site dedicado a estas criaturas tão divinas - muitas vezes incompreendidas pelas pessoas! Saudações "animais", Rodrigo "Roddy" (Brasil).
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